Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 22/12/2020

Na obra “Utopia”, do filósofo inglês Thomas  More, é retratada uma sociedade perfeita, onde o corpo social  é  livre de conflitos e problemas. Hodiernamente, no contexto brasileiro, a obesidade apresenta efeitos negativos na saúde pública, afastando a sociedade da descrita pelo More. Nessa perspectiva, cabe-se obter meios de mitigar tal problemática, acentuada pelo crescimento dos Fast-foods, e que vem provocando maiores riscos de doenças cardiovasculares.

Primeiramente, a obesidade é acentuada pelo consumo de industrializados, tal como refrigerantes e açucares. Nesse sentido, os Fast-foods trouxeram consigo um aumento grotesco no excesso de peso populacional,  marcando cerca de 60% dos brasileiros, segundo o IBGE(Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Dessa forma, concluí-se que esses estabelecimentos promovem a calamidade da sáude pública, como aumento da obesidade e seus riscos associados. Portanto, é necessário alterar tal conjuntura.

A posteriori, o excesso de peso causa efeitos negativos ao indivíduo e por conseguinte a saúde pública no geral. Afinal, segundo a OMS(Organização Mundial de Saúde), a obesidade aumenta os riscos de doenças cardiovasculares, mentais, e outras patologias. Desse modo, é indiscutível que o peso em demaseio representa um risco à saúde dos indivíduos que o possuem. Dado o exposto, é indiscutível que medidas mitigatórias sejam tomadas , invertendo a estrutura vigente.

Destarte, é necessário obter subterfúgios a fim de solucionar essa inercial problemática. Para tal, o Ministério da Educação deve conscientizar a população acerca da necessidade de manter uma boa alimentação, fugindo também dos fast-foods, por meio de campanhas nas redes sociais, pois são a fonte midiática que mais atinge pessoas hodiernamente, a fim de reduzir casos obesidade no Brasil, e suas patologias associadas. Com isso aplicado, a sociedade estará mais próxima da utópica de More.