Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 30/12/2020

A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6° o direito a saúde, inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase quando se observa a questão da alimentação irregular e obesidade no Brasil e ver-se que é um problema bem mais evidente do que aparenta. Destarte, vale ressaltar os fatores que intensificam essa problemática: falta de informação e a negligência governamental.

Em primeira análise,  sabe-se que um dos fatores que alavancaram a obesidade em questão,  foi o grande avanço do consumismo, pós revoluções industriais. Prova disso, pode-se citar o índice atual divulgado pelo g1, o qual mostra que 10% da população brasileira é considerada obesa, em virtude de que além de fatos hereditários,  o principal agravante é essa atual cultura consumista do ifood, o qual as pessoas por falta de tempo e até mesmo sedentarismo, optam por pedir alimentos de fácil acesso, que muita vezes não aparetam causar problemas de saúde como : diabetes, hipertensão etc, em um futuro próximo.

Ademais, além dessa negatividade, outro interferente é a negligência governamental.  Prova disso, pode-se verificar em outro dado divulgado pelo portal de notícias g1, o qual relata que o investimento em saúde pública equivale a aproximadamente 3% do PIB brasileiro, quando na verdade era para ser de 10%. Em sintese, acaba que, dificultado os tratamentos de doenças físicas e traumas psicológicos agravados pela obesidade, das pessoas que dependem do sistema público de saúde.

Assim, portanto,  diante dos fatos supracitados, fica evidente que medidas são necessárias para amenizar o impasse.  Cabe ao Ministério da saúde (MS), por meio da mídia, fazer campanhas publicitárias, divulgando os problemas de saúde que essa cultura desenfreada do consumimo, em relação as comidas irregulares,  podem causar, com o objetivo de sensibilizar e informar as pessoas da verdadeira realidade. Também,  cabe ao MS, aumentar o investimento em bem-estar público,  disponibilizando mais verbas, a fim de alcançar os 10% necessários do PIB, com o objetivo de investir no tratamento das doenças mais graves, inclusive as intensificadas pela obesidade. Assim, com essas intervenções,  possivelmente o problema poderá ser diminuído.