Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 08/01/2021
“No meio do caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no meio do caminho”. Por meio desse fragmento do poeta modernista Carlos Drummond de Andrade, percebe-se que uma sociedade ao longo do seu desenvolvimento encontra-se em sua caminhada. A aquisição de hábitos alimentares irregulares e muitas vezes maléficos na contemporaneidade constata esse argumento. Ademais, tendo em vista que tal hábito é um dos principais fatores da obesidade, faz-se necessário uma reflexão e também medidas que podem ser combatidas.
Em primeiro lugar é importante ressaltar que devido a uma sociedade em que o tempo está sem comando, fez com que redes de “fast-food” e alimentos industrializados ganhassem cada vez mais espaço e visibilidade, ou seja, o “lanchinho rápido” já é garantido no cotidiano dos brasileiros. De acordo com o filósofo Platão, “O importante não é viver, mas viver bem”, assim, no entanto, estar em compliance com o pensamento de Platão tem se tornado um desafio na sociedade moderna. Pois, a mesma tem prioridades, entre elas o capitalismo, mas a própria saúde e bem estar não é uma delas. Por conseguinte, presencia-se a obesidade como corolário do problema. Destarte, conforme afirma o Jornal Exame, cerca de 20% da população nacionalizante já é acometida por esse mal. No documentário Muito Além do Peso, retrata tantos os grandes índices de propagação, quanto às mazelas dos que convivem com essa doença. Partindo desse pressuposto, é indubitável que a falta de informações, de incentivos e de educação básica sobre alimentação saudável diferem a supressão do empecilho, contribuindo para a perpetuação desse quadro deletério.
Portanto, medidas são necessárias para a resolução desse impasse. Para o combate à obesidade no Brasil, exorta o Ministério da Saúde em parceria com os meios midiáticos criem, por meio de campanhas publicitárias, debates onde a temática seja apresentada, saliente como consequências da obesidade, assim como instruções de como adequação-la adequada . Além disso, o Estado pode provar, a redução de impostos sobre os alimentos saudáveis, na tentativa de incitar a população ao consumi-los, sem uma desculpa de que “é muito caro” alimentar-se saudavelmente. Pois, talvez assim começar a retirar essa pedra do caminho e seguir em frente.