Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 05/04/2021

A partir das Revoluções Industriais, a sociedade presenciou mudanças significativas no estilo de vida, como na forma de plantar, de produzir e de se alimentar. Nesse sentido, a população mudou radicalmente a forma de consumir alimentos, preferindo comidas processadas e ‘‘fast food’’ em vez de frutas e legumes frescos. Desse modo, o número de obesos cresceu gradativamente, acarretando efeitos à saúde pública, como a diminuição da expectativa de vida e o surgimento de doenças mentais.

Decerto, a norma alimentar pós-contemporânea, sendo as comidas ricas em gorduras e carboidratos, foi fundamental para surgimento de doenças, haja visto que o excesso destes acarretam colesterol alto e diabetes, respectivamente. Nesse sentindo, a obesidade -que preveem da abudância dessas macromoléculas- pode ser responsável pelo baixa expectativa de vida, haja visto que, além de comprometer os órgãos hepáticos e o coração, pode ser responsável pelo surgimento de câncer, segundo a Agência Internacional para Pesquisa em Câncer. Desse modo, a saúde pública fica desequilibrada e vulnerável.

Outrossim, a obesidade também pode acarretar ou gravar doenças mentais, mesmo com a existência de movimento como o Body Posite, que prega o orgulho ao corpo gordo.  Nesse sentido, as pessoas de sobrepeso passam por situações que prejudicam a saúde mental, uma vez que são considerados não apropriados ou insignificantes por não encaixarem no padrão de beleza imposto ou por serem infelizes consigos mesmos. Desse modo, a ansiedade, a depressão, distorção de imagem, a bulimia e a anorexia podem ser portadas por indivíduos, prejudicando a saúde púnlica. Diante disso, esse panorama suscita ações governamentais que auxiliam no problema.

Diante dos argumentos supracitados, fica evidente como a obesidade pode acarretar efeitos à sáude pública. Portanto, para o equilíbrio e um Brasil mais saldável, é necessário que o Ministério da Saúde crie um plano assistencial para a saúde física e mental para cidadãos obesos com intrução e acompanhamento físico e consultas com psicólogos. Tal assistência seria feita por meio de profissionais de educação física, nutricionista e psicólogos, a fim de dimunir os efeitos causados pela obesidade.