Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 09/06/2021
Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), mais da metade dos brasileiros está com sobrepeso. Todavia, a cada dia cresce a comercialização de alimentos que favorece a ocorrência da obesidade e causam efeitos danosos na saúde pública. Então, é nessário conter a comercialização excessiva dos produtos processados e ultraprocessados, bem como, redizir os preços dos “in natura”
A princípio, o capitalismo ascendeu após a Segunda Gerra Mundial e consigo trouxe aumento nas vendas de alimentos indrustrializados e nas redes de “fest food”. Nessa perspectiva, a publicidade usada em sua comercialização e a elevação constate do tamanho das porções, sem subir substancialmente o preço, atrai cada vez mais pessoas. Assim, infelizmente, escolhem o que em teses é mais barrato e acabam pagando com a própria saúde.
Somado a isso, o alto preço das frutas e verduras, impossibilitam uma dieta benéfica , que poderia reduzir não só a obesidade , mas também outras doenças derivada dela e acabam por ocasionar a superlotação em hospitais públicos, com males que poderiam ser evitados. Portanto, é lamentável, ver que ainda pendura esse problema e isso abre margem para a supervalorização dos alimentos processados e ultraprocessados, uns dos grandes agravantes desse fato.
Logo, O Ministério da Saúde, juntamente a Mídia devem criar campanhas, com objetivo de combater a obesidade- o que evitaria maiores gastos futuros médicos-, por meio dos postos de saúde, dos centros educativos e das redes digitais. Além disso, o Governo deve fornecer programas que facilite as compas de comidas orgânicas, por intérmedio de financiamente às produções de pequenos produtores e, consequentimente diminuir o preço, para que os dados apresentados pela OMS comece a baixar.