Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 30/06/2021

De acordo com Hipócrates, filósofo e médico da Grécia Antiga, o ser humano é considerado saudável ao ter em equilíbrio o bem-estar físico e mental. A partir disso, faz-se imprescindível notar a inexistência do preconizado pelo pensador, uma vez que a obesidade atinge diversos interessados ​​e prejudica a saúde física, bem como o emocional. Nessa perspectiva, é relevante a análise dos efeitos da obesidade na saúde pública: a redução na qualidade de vida e o maior gasto do Estado em tratar tal enfermidade.

Nesse sentido, convém pontuar a diminuição da qualidade de vida individual decorrente do malefício da obesidade. Sobre isso, o processo de globalização trouxe uma maior industrialização também dos produtos alimentícios, caracterizados como ’’ Fast-foods ‘’, os quais apresentam baixo valor nutricional e altas taxas calóricas. Diante disso, muitos desejam consumir esses alimentos, acarretando o sobrepeso ou que, ainda, contribui para desenvolver Diabetes e Hipertensão e desse modo, reduz-se a qualidade de vida.

Outrossim, é válido pontuar que a obesidade acarreta outras enfermidades, o que causa mais gastos do Estado com a saúde pública. Consoante o site na internet Dr. Pastore, gastos com a obesidade representam 5% do todo investido no setor de saúde no Brasil. Isso ocorre porque, conforme pontuam os conselhos médicos, o excesso de peso —na maioria das vezes — acarreta outras doenças, a exemplo da Diabetes tipo 2, que exigem tratamento. Dessa forma, nota-se o prejuízo financeiro ao Estado decorrente da obesidade.

Portanto, para amenizar os efeitos da obesidade, é necessário combatê-la. Então, é cabível ao Estado promover políticas educacionais efetivas atreladas à alimentação saudável. Isso deve ser feito por meio de aulas escolares duas vezes na semana —com profissionais especializados no tema, como nutricionistas— , com o fim de instruir os indivíduos. Desse modo, os seres humanos tornar-se-ão saudáveis como prevê Hipócrates.