Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 21/07/2021
A Organização Mundial da Saúde define saúde como o estado de completo bem-estar físico, mental e social e não somente a ausência de doença. No Brasil, os efeitos da obesidade vêm se tornando um caso de saúde pública, pois traz várias doenças colateralmente, aumentando os gastos com a saúde pública.
Em primeiro lugar, vale ressaltar que segundo pesquisa estimada do Insituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 41 milhões de brasilerios são obesos. Já no mundo, são 2,3 bilhões de pessoas, de acordo com a Organização Mundial da Saúde. Isso caracteriza um estado alarmante de saúde pública, visto que acompanhadas da obesidade, são inúmeras as doenças que afetam colateralmente a população obesa, como hipertensão, aumento do colesterol, diabetes, apneia do sono, infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral, dentre outras.
Ademais, segundo o jornal Estadão, em 2019 foram destinados cerca de 300 bilhões de reais para a saúde pública brasileira, sendo grande parte do montante destinado ao Sistema Único de Saúde, que é o principal refúgio para tratamento das doenças relacionadas à obesidade. Outro dado levantado pelo Conselho Federal de Medicina diz que um brasileiro gasta 3,83 reais por dia com saúde, totalizando cerca de mil e quatrocentos reais por ano, um dado preocupante ser levado em conta as dificuldades da população carente no Brasil.
Portanto, as doenças colaterais à obesidade e os gastos com saúde pública são, de fato, efeitos da obesidade à saúde pública. A fim de que esses efeitos sejam superados, o Ministério da Saúde, órgão responsável pela administração e manutenção da saúde pública do país, apascente e resolva os impecilhos impostos pela obesidade, por meio de campanhas de introdução e reeducação alimentar, com o objetivo de abaixar os índices de obesidade do Brasil, para que a mesma não venha a ameaçar a saúde pública nacional, cumprindo assim, com o direito ao bem-estar físico, mental e social, definido pela OMS.