Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 04/11/2021
Diferente do Século XIX, quando a obesidade era considerada sinal de fertilidade e riqueza, no Século XXI, a obesidade traz efeitos negativos na saúde pública. O sobrepeso pode ter origem relacionada ao mau hábito alimentar e tem altos custos para o SUS. Por isso, é necessário prevenir a obesidade por meio da ação e incentivo do Estado.
Em primeiro lugar é importante citar que a obesidade pode estar diretamente relacionada aos maus hábitos alimentares. A apresentadora de televisão formada em Nutrição e Ciência dos Alimentos Bela Gil diz que acredita ser possível mudar o mundo por meio da alimentação e mudando a forma como a sociedade se alimenta, muda-se a situação de saúde da população. Sabendo disso, é necessário policiar como é a rotina alimentar das pessoas, de forma responsável, para que alimentos com mais nutrientes e vitaminas sejam priorizados, o que garante melhores condições de saúde.
Ademais, é possível apresentar os altos custos que o Sistema Único de Saúde tem com doenças relacionadas à obesidade como, por exemplo, diabetes e doenças cardíacas. De acordo com uma matéria publicada pelo site abeso.org.br em 2012, esses gastos atingem a marca de mais de 20 milhões de dólares. Os gastos exorbitantes provam que tal problema deve ser urgentemente mitigado.
Diante dos efeitos que a obesidade tem na saúde pública, faz-se necessária intervenção. O Ministério da Saúde em parceria com os profissionais nutricionistas devem direcionar atenção à prevenção da obesidade por meio da criação de projetos e oferta de consultas gratuitas para que a saúde populacional relacionada às consequências da obesidade sejam um problema menor. Seguindo assim, o pensamento do ditado popular “melhor prevenir que remediar”.