Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 13/04/2022

Conforme a primeira Lei de Newton, a Lei da inércia, um corpo tende a permanecer em repouso até que haja uma força sobre ele. Assim como na física, para que a obesidade deixe de ser um problema no Brasil, é preciso ação. Para isso é fundamental avaliar a omissão estatal e os riscos que a obesidade pode ocasionar.

Mormente, deve-se pontuar que a ausência de compromisso do estado para com o bem estar dos cidadãos contribui para o aumento do problema. Segundo o filosofo Jonh Ralws, em sua obra ´´teoria da justiça``, um governo ético é aquele que disponibiliza recursos financeiros para todos os setores, promovendo uma igualdade de oportunidades e uma vida digna. Sob essa óptica, torna-se evidente que o Brasil não é um exemplo dessa óptica do pensador inglês, visto que negligência a alimentação e o bem estar dos brasileiros ao possuir políticas de alimentação e de prevenção à obesidade mal planejadas.

Outrossim, é importante abordar os problemas de saúde provocados pela obesidade. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a saúde é ´´o estado completo de bem-estar físico, mental e social e não só a ausência de doença``. Assim, mesmo que uma pessoa obesa não apresente doença, o bem-estar dela é afetado assim como a saúde, já que o indivíduo se encontra vulnerável a diversos tipos de doenças, como pressão alta e diabetes, além de prejudicar o sono e dificultar a realização de atividade física.

Em suma, torna-se imprescindível a tomada de medidas a fim de mitigar o entrave abordado. Logo, cabe ao Ministério da Saúde através da mídia desenvolver campanhas que informem sobre os riscos da obesidade e os benefícios de uma alimentação saudáveis, com o auxílio de nutricionistas que irão fornecer dicas e planos de alimentação, por meio de lives e posts criativos, com o intuito de proporcionar melhorias na vida das pessoas e reduzir a obesidade no Brasil. Desse modo, haverá uma força sobre o indivíduo fazendo com que ele saia da inercia.