Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 28/07/2022

Os alimentos ultraprocessados, assim como os fast foods, foram criados no período que sucedeu a Revolução Industrial, como uma solução para a falta de tempo da sociedade devido a nova carga horária de trabalho excessiva. Entretanto, apesar de serem vendidos como uma solução, esses alimentos podem causar um sério problema: a obesidade. Essa enfermidade afeta tanto o indíviduo que a porta, quanto o grupo social em geral.

Primeiramente, é importante destacar que, o excesso de peso em si não é um problema, mas que pode gerar um. Doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), como diabetes tipo 2 e hipertensão, estão relacionadas com o sobrepeso e essas são a causa de 71% das mortes no mundo, segundo o Ministério da saúde. Portanto, entende-se o risco que a obesidade na vida do indivíduo.

Ademais, vale postular que, o SUS (Sistema Único de Saúde), de acordo com o ministério da saúde, gasta anualmente em média 8,8 bilhões com as enfermidades decorrentes da obesidade. Recurso que poderia ser utilizado com outras doenças, uma vez que existem outros meios para evitar a proliferação das DCNTs na população brasileira, por exemplo com alimentação adequada e implementação da medicina preventiva, afinal, segundo o filósofo Platão o importante não é viver, mas viver bem.

Portanto, atráves dos fatos apresentados, se faz necessário que, o Ministério da Saúde em parceira com o Ministério da Educação, envistam em medidas de prevenção ao sobrepeso, com o objetivo de alertar os brasileiros sobre o risco da obesidade. Deve ser implementado aulas de nutrição em escolas de nível fundamental e médio, além de nutricionistas em unidades básicas de saúde, para que toda a população tenha acesso a informação e auxílio em relação a alimentação e emagrecimento, para que assim possam levar uma vida digna e com saúde, assim como diz o filósofo Platão, viver bem.