Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 08/11/2022

Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, o que se observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega, uma vez que a obesidade na saúde pública apresenta barreiras, as quais dicultam a concretização dos planos de More. Esse cenário antagônico é fruto tanto dos valores elevados dos alimentos saudáveis, quanto das progragandas alimentícia.

Em primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para se combater os efeitos da obesidade. Nesse sentido, os valores elevados dos alimentos saudáveis impede que grande parte da população tenha uma alimentação saudável. Essa conjuntura, segundo o filósofo John Locke, configura-se como uma violação no “contrato social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis.

Ademais, é fundamental apontar as propagandas alimentícia, como impulsionador da obesidade no Basil. Segundo uma pesquisa divulgado em 2016 que 58% da população da América Latina está com sobrepeso e 23% está obesa. Diante de tal exposto, ressalta-se as propagandas de fast-food e alimentos processados, esses alimentos acarretam em diversas doenças cardiovasculares. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.

Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que Estado, por intermédio do Ministério da Saúde, através de palestras e das mídias socias, informem a população dos efeitos nocivos da obesidade , a fim de ocorra uma redução da porcentagem de indivíduos acima do peso. Desse modo, atenuar-se-á em médio e longo prazo os impactos nocivos da obesidade na saúde pública.