Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 05/03/2023

Os efeitos da obesidade na saúde pública

A obesidade se tornou um problema na saúde pública com uma amplitude mundial. A Organização Mundial da Saúde (OMS), estima que, em 2025, cerca de 700 milhões de adultos no mundo sejam obesos e 2,3 milhões estejam com sobrepeso. No Brasil, temos 40% dos adultos acima do peso e temos mais de 10% da população obesa (mais ou menos 20 milhões de pessoas).

Convém lembrar, que o maior problema é de termos pessoas que não levam a obesidade com a seriedade que deveria ser tratada. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a obesidade é definida como um acúmulo anormal ou excessivo de gordura no corpo, que está relacionada ao aumento do risco de outras doenças, como as do coração, diabetes, hipertensão arterial sistêmica, doença do fígado, diversos tipos de câncer, dores nas articulações, entre outros problemas que reduzem a qualidade e a expectativa de vida.

Outro ponto importante que devemos considerar é a sua origem. A obesidade engloba, em seu surgimento, diferentes dimensões como biológicas, sociais, culturais, comportamentais, de saúde pública e política. Contudo, nota-se que, em geral, os fatores mais estudados da obesidade são os biológicos relacionados ao estilo de vida, especialmente ao fator relacionado a dieta e atividade física. Esses fatores que não estão sobre o nosso controle, faz o desafio de pôr um fim nessa pratica ser ainda mais difícil.

Pela observação dos aspectos analisados, uma forma de aplacar a propagação dessa doença, são necessárias ações estruturantes e políticas públicas que direcionem a propagação da saúde, implementação de medidas de prevenção do ganho de peso excessivo, diagnóstico precoce e cuidado adequado às pessoas com excesso de peso, bem como, o estabelecimento de políticas intersetoriais e outras que promovam ambientes e cidades saudáveis.