Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 09/10/2017
O histórico da saúde brasileira tem como característica exercer medidas profiláticas, desde à implantação do saneamento básico no início do século XX às campanhas de vacinação gratuitas atuais. Entretanto, nos dias de hoje, os indivíduos deixam a saúde em último caso devido à agitação do cotidiano. Uma consequência gerada por esse descuido é a obesidade, cujo as pessoas julgam majoritariamente a estética, esquecendo dos perigosos riscos propícios à saúde.
A cultura dos industrializados, má alimentação e sedentarismo são os principais vilões contra o combate à obesidade. Estes fatores associam-se diretamente à rotina intensa dos brasileiros, na qual atos como consumir suco enlatado, comer fast-food e não exercitar-se otimizam o tempo quando um dia descabe em vinte e quatro horas. Dessa forma, com o passar do tempo aliado ao comodismo, doenças manifestam-se, agravando o quadro clínico do indivíduo e contribuindo para os índices negativos relacionados à saúde brasileira.
Ademais, os padrões de beleza impostos pela sociedade influenciam a população a adquirir aversão ao acúmulo de gordura, fruto disso é o preconceito com as pessoas acima do peso - a gordofobia - as quais são julgadas mesmo que os motivos para tal fim seja desconhecido. As vítimas dessa intolerância são afetadas emocional e psicologicamente, capacitando o surgimento de doenças como a depressão, que em casos extremos pode acarretar ao suicídio.
Em suma, é imprescindível que obeso seja respeitado pela estética e amparado em relação ao cuidado com sua saúde. No âmbito escolar, cabe ao Governo veicular projetos que insiram nutricionistas nas escolas para proporcionar melhor alimentação aos alunos. E, por fim, a mídia deve fazer campanhas de conscientização dos riscos que a obesidade gera à saúde física e mental, e também promover campanhas de modelos “plus size” para que todos sejam vistos de forma respeitosa e igualitária.