Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 11/10/2017
Há um debate imperante a ser discutido no Brasil contemporâneo: a obesidade e o sedentarismo. Desde a consolidação do capitalismo no seculo XVI, o ser humano vem se distanciando dos cuidados do corpo. De fato, a sociedade atual está recheada de problemas relacionados a má alimentação e, principalmente, ao peso excessivo. Nesse sentido, no contexto de falta de tempo, a preferência por uma alimentação irregular parece até aceitável.
Em primeiro lugar, a alimentação tem se resumido a produtos industrializados e aos fast-food, pouco saudáveis e muito calóricos. De acordo com o Ministério da Saúde, o número de pessoas acima do peso ultrapassou a metade da população, chegando a 52% em 2015. O preocupante desse assunto, são os frutos deste problema: a diabete, bulimia, hipertensão e muitas outras consequências físicas.
Outro aspecto, ainda, a destacar é que as pessoas estão diminuindo as atividades físicas ao longo dos anos, contribuindo ainda mais para uma população obesa e sedentária. Uma pesquisa divulgada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) comprova que apenas um a cada cinco brasileiros pratica exercícios físicos e demais atividades.
Assim sendo, o Ministério da Educação, deve inserir, aulas de alimentação saudável a fim de levar as novas gerações educação alimentar e noções de qualidade de vida com o objetivo de combater desde a tenra idade os perigos do sobre peso.