Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 14/10/2017

Obesidade é uma condição médica na qual se verifica acumulação de tecido adiposo em excesso ao ponto de poder ter impacto negativo na saúde. A obesidade aumenta a probabilidade da ocorrência de várias doenças, em particular de doenças cardiovasculares, diabetes, cancros e problemas de hipertensão. Há uma tentativa mundial de se estimular os indivíduos com excesso de peso a adotar hábitos saudáveis, como dieta equilibrada e exercícios físicos regulares, contudo o sedentarismo está se tornando um parceiro para o aumento dos obesos no Brasil.

De maneira geral, a principal causa da obesidade é o desequilíbrio entre calorias ingeridas e calorias queimadas pelo organismo, provocado normalmente por uma dieta pouco saudável e a falta de atividades físicas (Sedentarismo). No entanto, outros fatores podem influenciar neste quadro como, por exemplo, o aspecto genético. De acordo com o Ministério da Saúde quase metade da população brasileira está acima do peso. Segundo o estudo, 42,7% da população estava acima do peso no ano de 2006. Em 2011, esse número passou para 48,5%, ou seja, é uma questão que merece um olhar atento do governo, pois segundo a Organização Mundial da Saúde, 10% dos obesos do mundo se situam no Brasil.

A obesidade gera graves consequências a saúde da população e em muitos dos casos acarreta óbitos ou transtornos crônicos. O aumento geral da obesidade no decorrer gera problemas físicos e mentais a longo prazo para a população. Esse tema é uma adversidade que deve ser encarada com seriedade, se não solucionada pode vir a ocasionar nas pessoas problemas cardiovasculares, diabetes, transtornos do sono, problemas sexuais e até mesmo distúrbios comportamentais, também afeta a autoestima, fazendo com que as pessoas tenham cada vez menos. A depressão também costuma aparecer com mais frequência nas pessoas obesas.

A obesidade gera efeitos negativos a saúde pública. Portanto, o Estado, na figura do Ministério da Saúde, deve juntamente com psicólogos, nutricionistas e professores, incentivar o consumo de alimentos com baixo teor calórico, informar sobre o risco que a obesidade acarreta a saúde e reeducar os hábitos alimentares da população adulta. Ademais, mas não menos importante, o Ministério da Educação, deverá realizar fóruns nas escolas voltadas a conscientização da população jovem, precavendo problemas futuros, por fim deve construir parcerias com a mídia afim de mostrar as consequência que a obesidade leva.