Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 16/10/2017
O histórico da saúde brasileira tem como característica exercer medidas profiláticas, desde a implantação do saneamento básico no início do século XX até as campanhas de vacinas atuais. Entretanto, hodiernamente, os indivíduos deixam a saúde em último caso devido à agitação do cotidiano, acarretando consequências como a obesidade - doença na qual tem acrescido negativamente o número de pacientes nos centros públicos de saúde em virtude dos seus efeitos físicos e psicológicos.
Em primeiro lugar, é notório o comportamento inadequado da população em relação às práticas saudáveis: alimentação irregular; consumo intensificado de alimentos industrializados; falta de prática de exercícios físicos. Fatores como estes são fundamentais para atingir a obesidade. No entanto, é de estreito conhecimento popular as doenças originadas a partir da obesidade, como as cardiovasculares, patologias que podem levar à óbito.
Ademais, os impasses da saúde pública não derivam somente de doenças físicas, mas também emocionais. Os casos de preconceito com obesos são acentuados e despercebidos, principalmente nas escolas. A gordofobia pode ocasionar distúrbios significativos na vida do indivíduo, provocando baixa autoestima até depressão.
Em suma, é imprescindível que a população seja alertada sobre os transtornos causados pela falta de hábitos saudáveis. A fim de atenuar o problema, a OMS deve criar campanhas de conscientização sobre bons hábitos alimentares e divulgá-los em emissoras abertas de televisão. Além disso, o Ministério da Educação veiculado às escolas deve apresentar palestras de cunho informativo a respeito da gordofobia e suas consequências negativas. A partir de tais posturas, será possível a prosperação de uma população mais saudável e com maior qualidade de vida