Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 18/10/2017

Desde o século XVIII, com a Revolução Industrial, empresas de fast-foods ganham destaque no cotidiano brasileiro. Entretanto, no Brasil, esse avanço industrial ocasiona problemas na saúde pública, a obesidade é um exemplo. Isso se evidencia pelos reflexos do capitalismo, como, também, pelo avanço tecnológico.

Primordialmente, a população brasileira encontra-se cada vez mais sedentária devido a rapidez dos fatos. Por conseguinte, o mundo globalizado e modernista exigi das pessoas uma alimentação de péssima qualidade, muitos vezes industrializada. Desse modo, de acordo com Zygmunt Bauman, a sociedade vive tempos de modernidade líquida, a despreocupação como futuro e busca pelo imediato tornou-se natural.             Ademais, o avanço tecnológico ocasiona um estilo de vida sedentário em massa. Nesse sentido, a praticidade das coisas leva o indivíduo a não sair de casa e realizar tarefas pelo meio virtual. Consequentemente, devido a esse processo, os cidadãos ficam mais tempo em casa se alimentando de maneira inadequada e sem a realização de exercícios físicos. Logo, problemas de saúdes como hipertensão e diabetes irão gerar problemas de superlotação na saúde pública brasileira.

Fica claro, portanto, como o avanço da indústria e tecnologia influencia no estilo de vida das pessoas. Nesse contexto, é dever do Ministério da Educação promover, em escolas e universidades, o projeto “vida saudável” e, por intermédio de workshops, palestras com nutricionistas e feiras esportivas com o intuito de estimular a alimentação saudável juntamente com a iniciativa da prática esportiva.  Outrossim, esses encontros ocorrerão mensalmente e contará com a participação de pais, alunos e comunidade. Além disso, o Ministério da Saúde deve financiar campanhas midiáticas e  outdoors com a intenção de alertar sobre doenças ocasionados pela obesidade. Só assim será possível construir um país saudável sem precarização do sistema de saúde. Afinal, como disse Platão, o que importa não é viver, mas viver bem.