Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 26/10/2017
A Itália, referência em alimentação saudável, é um bom exemplo de que uma dieta rica em nutrientes essenciais gera bons frutos. Em contrapartida, no Brasil, a realidade tem sido bem distinta. Logo, fatores genéticos e ambientais explicam os efeitos da obesidade na saúde pública.
Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), pesquisas comprovam que filhos de pais obesos têm maior tendência à obesidade. Desse modo, a alimentação inadequada dos pais influenciam, de maneira indireta, seus filhos, pois a criança deseja comer a mesma coisa que a mãe ou o pai esteja comendo e, na maioria das vezes, a família acaba dando tal refeição. Isso resulta em uma dieta rica em açucares, carboidratos e gorduras desde a infância, assim, acarretando graves riscos à saúde no futuro, como diabetes e hipertensão.
Outrossim, segundo dados da revista Science, pessoas que passam ou já passaram por momentos de ansiedade, depressão, problemas financeiros ou familiares e doenças, adquirem como consequências a obesidade. Isso ocorre pelo o fato dos adultos depositarem suas preocupações em comidas, como “fast food”, refrigerantes e chocolates.
Portanto, tornam-se necessárias medidas para resolver essa adversidade. Para isso, Associações de pais, professores e nutricionistas devem se mobilizar nas escolas, fornecendo palestras e debates, uma vez ao mês, sobre reeducação alimentar, pois o ideal é começar a evitar alimentos incorretos desde a infância, ademais, é preciso orientar os jovens desde pequeno sobre os malefícios que certos alimentos trazem para a saúde. Por fim, cabe ao Sistema Único de Saúde (SUS) oferecer tratamento clínico, porquanto com esse tratamento evitaria que muitas pessoas chegassem ao ponto de recorrer a cirurgia, procedimento mais invasivo e perigoso.