Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 20/10/2017
A constituição brasileira em vigor desde 1988, assegura à todos o direito básico à saúde. Entretanto, a presença de maus hábitos alimentares no Brasil, se intensifica devido a influências midiáticas e gera consequências para a saúde da população.
Em primeiro plano, a mídia exerce influência histórica na construção de um cardápio nada saudável. Como, por exemplo, os grandes banquetes presente nas animações infantis, onde há o incentivo de consumir, de forma exagerada, alimentos pouco saudáveis. Com isso, como afirma o Behavorismo, o meio influência na personalidade do individuo, logo, pode-se afirmar que as crianças crescem acreditando que tal estilo de vida é o ideal e, assim, naturalizam o sobrepeso.
De outra parte, os casos de obesidade no Brasil, aumentaram cerca de 60% nos últimos 10 anos, como aponta o Ministério da Saúde. Dessa forma, com o consumo intenso de fast-foods, ricos em gorduras hidrogenadas, há o aumento do colesterol LDL, popularmente conhecido como colesterol ruim, que atua no aumento da concentração de placas de gorduras nas veias e artérias, contribuindo, assim, para a ocorrência de doenças cardiovasculares e hipertensão. No entanto, observa-se que a obesidade é, também, questão de saúde pública.
Portanto, nota-se que, em um primeiro momento, a população junto a ONG’s que apoiam a alimentação saudável, devem criar grupos online nas redes sociais, para a divulgação de receitas fáceis, saudáveis e acessíveis à população, como forma de incentivo a uma alimentação adequada, e também, para que haja a interação e a troca de informações entre pessoas que superaram a obesidade, dando dicas e apoio à aqueles que enfrentando tal problema. Em segunda instância, ONG’s devem pressionar o legislativo e o Ministério da Saúde, através de petições online, para que juntos possam desenvolver um projeto de lei que visa a disponibilização de nutricionistas, e também, a criação de hortas comunitárias nas escolas do país.