Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 20/10/2017
A filosofia nos mostra com Platão que " O importante não é apenas viver, mas viver bem" porém, os dias atuais da sociedade brasileira não é representado por essa união. Com os meios de produção mais avançados os produtos estão cada vez mais acessíveis, no entanto, menos nutritivos e mais calóricos. Esse desequilíbrio resulta em uma população desestimulada a busca de alimentação saudável e ,consequentemente, em progressivos altos custos na saúde publica.
Primeiramente, com o atual estilo de vida da sociedade que busca cada vez mais rapidez e economia no modo de se alimentar, os fornecedores alimentícios tem incentivado cada vez mais o consumo de refrigerantes e sucos artificiais. Prova disso, são seus preços mais reduzidos em relação aos produtos orgânicos e mais saudáveis. Esse conjunto proporciona outros efeitos que vem acompanhados da obesidade como hipertensão, ansiedade e depressão.
Vale ressaltar também, que os custos com a obesidade no Brasil representam 5% e tendem aumentar de forma progressiva mediante a alimentação e o estilo de vida que a população tem adotado. Isso acarreta em impasses na saúde publica como a superlotação das unidades de saúde e a diminuição de aparelhos de pressão pelo seu uso constante. Dessa forma, prova-se que os efeitos da obesidade tem diminuído a qualidade de vida da população em uma escala geral.
Portanto, é necessário que os fornecedores alimentícios implantem incentivos da alimentação saudável por meio de preços mais acessíveis para o consumo de frutas e hortaliças que a curto prazo serão priorizados no cardápio brasileiro e proporcionando assim uma melhor qualidade de vida. Em consonância, é importante que o Ministério da Saúde com a ajuda de profissionais da área da psicologia invistam na conscientização por meio de palestras para uma alimentação saudável, também, tratando seus agravantes como ansiedade e depressão, logo, reduzindo proporcionalmente os gastos públicos com a obesidade e seus efeitos.