Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 20/10/2017

Atividades físicas como correr, caçar e lutar contra animais selvagens. Fazia parte do cotidiano da era primitiva humana, que por sua vez, corriam cerca de um quilômetro por dia, hábitos que nos tempos de hoje são quase extintos.

Porém na sociedade atual, os hábitos são outros. A falta de exercícios físicos vem se instalando junto com os avanços tecnológicos, a população mundial goza de uma comodidade inédita, no entanto a mesma que os alegra, os matam de forma sútil.

É o que mostra a OMS (organização mundial da saúde), ela analisou que 70% das mortes do planeta, são causadas por DNT’s (doenças não transmissíveis) no caso são doenças cardio-vasculares, hipertensão e diabetes. Desenvolvidas por dois fatores principais há má alimentação e o sedentarismo.

Essas doenças já são reconhecidas como uma epidemia mundial. E elas trazem um desequilíbrio econômico, um deles ocorre no Brasil, onde grande parte do dinheiro público é direcionado a remédios para tratar das tais, é o que anuncia o ministério da saúde. E a OMS afirma que essas as DNT’s costumam matar os indivíduos que estão no auge econômico, idades entre 30 à 50 anos, é o momento onde as pessoas mais trabalham.

Visto isso, os senadores de seus respectivos países, tem que aplicar uma parcela considerável do dinheiro público, para conscientizar a população de seus países, como, obrigando a mídia publicitária à alertar alimentos que contém grande quantidade de açúcar, gordura ou sal. Além disso o governo tem que implantar programas esportivos nas escolas e faculdades públicas, para incentivar os alunos a participar de competições e tornar recorrente a atividade física em suas vidas. E para aqueles que não estudam mais, colocar supervisionamento e orientação na saúde pública, para que o cidadão se torne consciente de seu peso e sua saúde alimentar, porque assim os próprios terão como pressão psicológica um dever à cumprir, com seus respectivos médicos e orientadores.