Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 24/10/2017
Há muitos anos a humanidade busca produzir comida para suprir as necessidades da população e, na modernidade, com o desenvolvimento industrial esse processo ficou mais rápido. Todavia, com o avanço no setor alimentício, as refeições tornaram-se menos saudáveis e com muitos conservantes. Diante disso, o contexto da obesidade no Brasil recrudesce, por isso, convém analisar as mais relevantes causas desse problema.
Em primeiro lugar, é notório destacar a má alimentação da população. Isso porque, com a contemporaneidade e a entrada da mulher no mercado de trabalho, as pessoas estão cada vez mais ocupadas e sem tempo para se nutrir de maneira adequada. Logo, consomem diariamente “fast-foods” e alimentos com alto teor calórico, sem se preocupar com as consequências do consumo de produtos industrializados.
Além disso, observa-se o sedentarismo. Atualmente, com o advento tecnológico são necessários cada vez menos movimentos para o trabalho, por isso, as pessoas não realizam atividades físicas e apenas consomem, sem gastar essas calorias. Por conseguinte, a obesidade agrava-se, convertendo-se em um problema de saúde pública uma vez que, desencadeia diversas doenças como a hipertensão, diabete e elevação do colesterol.
Com a finalidade de diminuir os efeitos da obesidade, que afeta mais de 54% da população segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o governo e a sociedade precisam agir iminentemente. O Governo Federal, por meio do Ministério da Educação, tem de promover palestras e aulas explicando a necessidade de refeições saudáveis. Ademais, a mídia deve lançar campanhas publicitárias que incentivem a população a comer bem, mostrando as consequências da má alimentação. Somente assim, este índice diminuirá e o país se desenvolverá.