Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 25/10/2017

Segundo Thomas Malthus, economista inglês, a produção de alimentos cresceria em progressão aritmética e a população em geométrica, que ocasionaria em um déficit alimentar. Porém, com a revolução industrial e tecnológica, tal produção é mais que necessária, mas, tais alimentos produzidos tem elevados índices calóricos, aumentando os níveis de obesidade na massa populacional.

Conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 50% dos habitantes brasileiros estão acima do peso, e mais de 20% são considerados obesos. Tal caso tem influência do estado social modernizado que impõe hábitos de comer alimentos processados devido à rotina de trabalho, além da falta de atividades necessárias para gastar as devidas calorias ingeridas. Vale destacar também, o ingresso da mulher no âmbito de trabalho, e o abandono das atividades provenientes da alimentação familiar, pós Segunda Guerra mundial.

Dessa forma, a falta de alimentos orgânicos e caseiros na dieta do povo brasileiro e o sedentarismo, podem causar além da obesidade, doenças cardiovasculares como a arteriosclerose, câncer, hipertensão, depressão e diabetes. Fatores que influenciam diretamente na qualidade de vida no Brasil.

Logo, faz se mister, o governo intensifique suas campanhas contra a obesidade, limitando propagandas de alimentos industrializados, melhore a fiscalização nutricional de empresas que fabricam tais produtos, junto a profissionais na área, com o intuito de reformular a base alimentar do povo. Além do mais, as escolas devem passar mais informações sobre a educação alimentar, as cantinas podem aderir o auxilia diário de nutricionistas, aumenta o acesso a dados para os estudantes sobre esse assunto. Por fim, a família deve incentivar a mudança de hábitos alimentares no lar, diminuindo o consumo de alimentos industriais e dedicando mais tempo na confecção de refeições balanceadas. Por conseguinte será possível amenizar o problema em questão.