Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 24/10/2017
A obesidade vem crescendo drasticamente no Brasil. Estima-se que cerca de 40% dos adultos estejam nessa condição. Sabe-se ainda que devido as graves consequências dessa doença como o diabetes e problemas cardíacos, nos últimos anos, foi considerada como um problema de saúde pública. Além disso, em virtude do alto consumo de alimentos hipercalóricos e das facilidades da vida cotidiana ela ainda se faz presente.
A dieta pobre em nutrientes e rica em açúcares que favorecem o ganho de peso é a opção predileta da maioria das pessoas. Contudo, o risco está no consumo excessivo e praticamente totalitário nas refeições diárias e excluindo as frutas e verduras que são fundamentais para a saúde. Ademais muitas pessoas apresentam dificuldades em diminuir o consumo desses alimentos. Um estudo feito pela universidade de Harvard observou que o açúcar causa no cérebro uma ação viciante análoga ao uso das drogas. Sendo assim, é possível entender porque a decisão de evitá-los raramente acontece.
Diferentemente do homem pré histórico que precisa se deslocar em longas distâncias na procura por comida, desse modo queimando calorias. O moderno com as inovações tecnológicas nem se quer necessita levanta para trocar o canal da televisão, pois o controle remoto cumpre essa ação.
As crianças preferem brincar na tela do tablet ou smartphone do que jogar bola ou pular corda como se fazia antigamente. Sendo assim um fator que também impulsiona o acúmulo de gordura e o sobrepeso.
Portanto, a obesidade é uma doença ocasionada pelo estilo de vida que gera riscos a saúde humana. Entretanto, ela pode ser revertida, por exemplo por meio de campanhas realizadas em escolas pelo Ministério da Saúde mencionando as consequências do alto consumo de calorias motivando a integração das frutas e verduras no cardápio da população. Ademais, o governo poderia investir em anúncios publicitários sobre os perigos do sedentarismo. Assim, seria possível reduzir esse terrível cenário da obesidade no país.