Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 24/10/2017
Muito se tem discutido acerca dos riscos de saúde consequentes da obesidade, doença que teve seus índices aumentados nos últimos anos devido, principalmente, aos maus hábitos alimentares, juntamente ao crescimento do consumo de produtos industrializados. Desta forma, medidas de incentivo para a realização de práticas saudáveis tornam-se emergenciais, sendo elas fatores que, em combate à obesidade, reduzem o número de afetados por problemas cardíacos e diabetes .
De acordo com dados apresentados pelo IBGE, em 2017, constatou-se que 10% da população brasileira é considerada obesa, o que representa 5% dos gastos da saúde pública, direcionados aos indivíduos que sofrem com esse problema. Diante disso, é importante frisar que algumas atitudes podem ser tomadas pelo Estado, como a realização de campanhas pelo Ministério da Justiça, utilizando as redes sociais para demonstrar a importância dos exercícios físicos como prevenção de inúmeras doenças.
Sob outra óptica, a produção de alimentos com inserção de produtos maléficos à saúde também deve receber atenção do Estado, principalmente os transgênicos, cujo os efeitos que causam na saúde humana ainda estão sendo estudados. Sendo assim, o Ministério da saúde deve agir no controle desses alimentos, proibindo-os quando necessário a fim de proporcionar maior qualidade nos alimentos e, consequentemente, diminuir o número de pessoas que sofrem com o sobrepeso.
Torna-se evidente, portanto, que a obesidade é um problema de saúde pública, sendo responsabilidade do governo a criação de campanhas que estimulem a prática de exercícios físicos regularmente e o controle de alimentos nocivos que, consequentemente, relacionam-se ao sobrepeso. Além disso, a consciência alimentar deve existir e pode ser adquirida utilizando-se, por exemplo, a internet, visto que inúmeras informações sobre o tema podem ser facilmente encontradas e debatidas, cabendo sempre ao indivíduo ser responsável com sua saúde.