Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 24/10/2017

Desde o século XVIII, com a Revolução Industrial, o capitalismo trouxe a época das redes de fast-foods. Entretanto, no Brasil, esse novo contexto ocasionou problemas com a obesidade na saúde pública. Isso se evidencia pela superlotação dos hospitais, como também pelo alto custo com medicamentos gerados pela obesidade.

Primordialmente, o Sistema Único de Saúde (SUS) foi criado em 1988 com o intuito de fornecer serviços de saúde gratuitos a população. No entanto, a obesidade gera o inchaço desse sistema. Nesse sentido, de acordo com o ministro da saúde, Ricardo Barros, existe 7% de desnutrição e 20 % de obesidade no Brasil. Desse modo, o número exacerbado de obesos dá-se pela ausência de exercícios físicos.

Ademais, doenças relacionadas a hipertensão e diabetes são um dos efeitos da vida sedentária. Por conseguinte, o alto custo com a compra de medicamentos evidencia como a temática precisa ser combatida. Além do mais, segundo Zygmunt Bauman , em Modernidade Líquida, a busca do imediato e despreocupação com o futuro é um dos resultados da contemporaneidade. Desse modo, a alimentação inadequada correlaciona-se com a rapidez dos fatos e pela pressa na alimentação.

É evidente, portanto, como os efeitos da obesidade trazem impactos no sistema de saúde. Nesse contexto, é deve do Ministério da Educação promover, em escolas e universidades, o projeto “vida saudável” e por intermédio de workshops, palestras com nutricionistas e feiras esportivas, será possível debater a temática, incentivar a práticas de atividades físicas e alimentação saudável. Outrossim, esses encontros ocorrerão mensalmente e contarão com a presença de pais, alunos e comunidade. Além disso, o Ministério da Saúde deve financiar , em horários nobres, palestras na Mídia e outdoors, com o intuito de levar a informação e diminuir os efeitos da obesidade. Só assim será possível construir um país mais consciente em relação a alimentação.