Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 24/10/2017
Com os avanços da tecnologia, a partir da Terceira Revolução Industrial, o homem passou a realizar atividades que demandam menor esforço físico, contribuindo para um vida mais sedentária. Esse fator, dentre outros, colabora para o aumento de afetados pela obesidade, problema que ajuda no desenvolvimento de mais doenças, tornando-a um caso de saúde pública.
Nesse contexto, é importante destacar que, segundo o IBGE, quase metade da população adulta brasileira está acima do peso. Uma das principais causas para a situação supracitada é a falta de tempo, por conta da alta carga horária de trabalho junto com um pequeno intervalo para almoço, dessa forma, muitos optam pelos fast-food ou comidas industrializadas, cujo teor de gordura e açucares são elevadíssimos. Essas substâncias além de serem pouco nutritivas e mais calóricas, causam vício.
Aliado a isso, os maus hábitos alimentares contribuem para impasses na saúde pública. Uma comprovação dessa realidade, está nos crescentes números de indivíduos com doenças cardiovasculares, hipertensão e diabetes. Juntamente a problemas físicos vem os psicológicos, a baixa autoestima por conta de não se inserir em um padrão e, até mesmo, pela gordofobia, faz com que parte desse grupo seja afetado pela depressão.
Fica claro, portanto, que novas medidas devem ser tomadas para essa situação ser transformada. O Ministério da Saúde, junto às escolas, deve promover campanhas de conscientização, além de, disponibilizar cartilhas com cardápios recomendados nos postos de saúde e nas próprias instituições de ensino. Por fim, o poder público dos municípios deve investir na criação e reestruturação de centros esportivos e de lazer, incentivando a pratica de atividades físicas. Assim, a sociedade saíra um pouco dos aspectos virtuais e se voltará para os aspectos físicos.