Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 26/10/2017

O alimento é uma condição essencial para a sustentação da vida. No entanto, observa-se que a sociedade atual, acelerada e sintética, apresenta inúmeros problemas relacionados à má alimentação, e principalmente ao peso excessivo. Nesse sentido, em um contexto de estilo de vida globalizado, a preferencia por um alimentação irregular parece aceitável, mas não inteligente, uma vez que a obesidade surge como um dos menores efeitos.

Em primeiro plano é importante ressaltar que os maus hábitos da população na alimentação contribuem para impasses na saúde publica. De acordo com o Ministério da Saúde, o número de pessoas acima do peso no Brasil já é maior do que a metade da população. O mais preocupante, entretanto, são os frutos desse problema. Além de desiquilíbrios psicológicos, como a bulimia, o sobrepeso abre caminho para a hipertensão, a diabetes e muitas outras consequências físicas que podem trazer resultados trágicos.

Outrossim, o sedentarismo destaca-se como outro fator contribuinte, haja visto que com a correria do cotidiano muitos indivíduos não têm tempo para praticar qualquer atividade física. Segundo dados do IBGE, a maioria dos brasileiros é sedentária a partir da adolescência. Essa redução da movimentação pode gerar cansaço, stress e queda no rendimento escolar e profissional. Percebe-se, então, certa urgência na adoção de medidas que trabalhem esses problemas e seus efeitos.

Desse modo, cabe ao Governo Federal em parceria com os educadores, incentivar os bons hábitos alimentares e promover palestas e debates educativos que enfatizem os efeitos positivos dos exercícios e atividades físicas. Ademais, é importante que os meios midiáticos deixem de fazer um papel apenas publicitário em relação aos fast-foods, alertando, também, sobre os ricos que esses alimentos gordurosos e hipercalóricos possuem. Só assim, tratando causas e minimizando efeitos, será possível tornar a população brasileira mais saudável.