Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 26/10/2017

Nos últimos anos, as indústrias estão produzindo alimentos de fácil consumo e que não precisam ser preparados. Diante disso, são comidas menos nutritivas, com alto teor calórico e de muita adiposidade. Desse modo, a procura por eles são grandes, haja vista a falta de tempo da população frente as atividades diárias. Vale salientar também que distúrbios podem levar à maus hábitos.

Em uma primeira análise, temos o comportamento inadequado de pessoas frente aos bons hábitos. Nesse sentido, a procura por dietas saudáveis está cada vez menor, uma vez que alimentos já preparados, que são mais gordurosos e menos nutritivos, são procurados por indivíduos com pouco tempo disponível. Por conseguinte, a não prática de atividades físicas, que aliado a dietas desequilibradas, tem levado ao alto índice de obesidade e desenvolvimento de doenças relacionadas ao coração.

Ademais, indivíduos que sofrem de doenças psíquicas, como a depressão e ansiedade, tem alto risco de desenvolver acúmulo de adipose. Nesse contexto, pacientes com essas enfermidades tendem a ter menos hábitos saudáveis, por estarem continuamente isolados e inquietos, acabam, de certo modo, ingerindo muitos alimentos por conta da doença, que muitas vezes contém grandes quantidades de calorias.

Desse modo, cabe a mídia - por meio da TV e Internet - com propagandas televisivas e artigos online em site de notícias, estimular a sociedade a praticar exercícios físicos e incentivarem à dietas equilibradas, informando os benefícios e doenças que podem ser evitadas se esses itens em conjunto forem postos em práticas. Outrossim, é dever do Ministério da Saúde junto ao governo, construir centros esportivos em cidades que não tem, e a reestruturação deles nas que tem, a fim de exortar a população para bons hábitos.