Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 29/10/2017
A obesidade é considerada um dos males do século XXI e gera preocupação. Os efeitos causados pela má alimentação e sedentarismo da população corrobora inúmeros problemas de saúde como diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares. Sob essa perspectiva medidas cabíveis devem ser tomadas para reverter essa situação no Brasil, uma vez que quase 20% da população é considerada obesa, segundo dados do Ministério da Saúde.
Nesse sentindo, uma das causas que contribui para o crescente número de pessoas obesas é a alimentação pobre em nutrientes e rica em gorduras. Os indivíduos, consumidos por cada vez mais informações e diminuição significativa do tempo, acabam se alimentando cada vez mais de alimentos industrializados e “fast-foods”, por serem mais práticos e rápidos. Ademais, com o tempo reduzido, o sedentarismo é algo presente, e na modernidade, o acesso as informações e lugares, independe de esforço físico, contribuindo cada vez menos movimentação do corpo.
Ademais, a má alimentação em conjunto com o sedentarismo, torna o indivíduo propício a doenças. Por se movimentar cada vez menos e ingestão desenfreada de gorduras e alimentos com altas calorias, os problemas circulatórios e cardiovasculares são desenvolvidos, podendo levar o indivíduo à morte. Por conseguinte, são necessárias ações para diminuir o número de indivíduos obesos no país, para garantir uma longevidade aos cidadãos.
Portanto, o Governo Federal deve divulgar nas diversas mídias, como televisão e internet, campanhas que promovam benefícios da alimentação saudável, mostrando os riscos da má alimentação para saúde. Outrossim, o Ministério dos Esportes deve criar programas que envolva o combate ao sedentarismo, contratando profissionais da saúde para realizar nas diversas comunidades, aulas de zumba, treinamentos funcionais gratuitos, com a finalidade de motivar à população quanto a prática de exercícios físicos, gerando bem estar e prevenção de doenças.