Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 28/10/2017

Muito se tem discutido recentemente, acerca de como a população brasileira torna-se cada vez mais sedentária. O esporte tende a promover uma maior participação social, que vise o aperfeiçoamento da rotina contemporânea, a qual resulta em doenças cardiovasculares e obesidade.

Na Grécia Antiga, o esporte era símbolo de união entre os cidadãos. Antagonicamente do que se pensa, a saúde intelectual para os gregos, se equivale a saúde física. As Olimpíadas - que foram iniciadas na cidade de Olímpia - incentivavam os espectadores a concomitantemente praticar exercícios físicos. Contudo, esse sentimento desapareceu na atualidade.

Um aspecto que influencia isso, é a alienação das crianças nos meios tecnológicos. No século XX, era comum observar os jovens exercitando-se em atividades esportivas em ambientes abertos ao ar livre, como praças e quadras públicas. Entretanto, com tamanha modernização e por carência de orientações, vive-se no século XXI, um crescente aumento de obesidade infantil.

Conforme a medicina, a falta de movimentação corporal diária, faz com que o fluxo sanguíneo não seja o ideal. Indivíduos sedentários tem um risco maior de congestionar suas artérias pelo colesterol ruim. Portanto, esses, estão condicionados a sofrerem de doenças cardiovasculares. Diabetes, colesterol alto e maior perda de aguá são também consequências aos que escolhem alternativas errôneas.

Diante dos fatos mencionados, é preciso que as autoridades realizem ações que busquem a diminuição do sedentarismo, o qual acarreta sobrepeso e infartos. Cabe ao Ministério da Educação, em parceria com as escolas,  promover palestras e debates por meio dos educadores a fim de explicas os riscos anteriormente ditos e incentivar aos futuros adultos, que o esporte - aliado com uma alimentação equilibrada - é a unica forma de desconstruir esse má habito brasileiro.