Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 31/10/2017

É fato que o homem desenvolve novas técnicas mediante necessidades e que nos mais diversos âmbitos se propaga. Nesse contexto, imersos em uma sociedade acelerada, a busca por praticidade na alimentação se torna uma ideia até aceitável, contudo não inteligente, uma vez que a obesidade neste palco, surge como um dos menores efeitos.

A modificação nos padrões de alimentação e exercícios físicos, em discordância do mundo moderno, a alimentação se resume em fast-foods e industrializados, que por sua vez não são nada saudáveis e . Aludindo ao conceito de Zygmunt Bauman que se refere à modernidade líquida parece que, hoje, o prazer imediato e o pouco cuidado com o futuro têm sido prioridade na vida do indivíduo que, em todo o tempo, prefere o mais rápido – e, de certa forma, mais saboroso – e deixa de lado o que de fato o alimentara.

Nesse contexto o que mais se destaca é a obesidade . Sabe-se, porém, que esse excedente é apenas a ponta do iceberg de uma cadeia de problemas que, em conjunto, podem prejudicar ainda a saúde do indivíduo.

O fato mais inquietante no entanto, são as consequências deste problema: além de desequilíbrios psicológicos, como a bulimia, o sobrepeso abre caminho para doenças do coração, hipertensão, diabetes, doenças ortopédicas e muitas outras consequências físicas e mentais. Constata-se então a urgência que trate esses problemas em conjunto.

Consoante a fatos expostos, reeducação alimentar deve ser feita de forma abrangente. Começando pelo processo de mexer na publicidade. A objetividade nos rótulos a fim de melhorar e informar o consumidor do que está sendo adquirido. Ações públicas nas escolas de cunho nutricional, a fim de formar uma base educativa nutricional e engajada. A padronização de um cardápio nutricional nas escolas.E  Campanhas assíduas na mídia socialmente engajada em conjunto com o Ministério da Saúde .