Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 29/10/2017
A obesidade tornou-se um problema social crescente no Brasil, já que segundo o Ministério da Saúde, ela cresceu cerca de 60% no país nos últimos dez anos, o que pode ser considerada uma epidemia. Isso deve ser enfrentado, uma vez que, ela desencadeia outras problemáticas. Neste sentido, dois aspectos fazem-se relevantes: a má alimentação e o sedentarismo.
O excesso de gordura está ligada diretamente as doenças crônicas tais como: hipertensão, diabetes, colesterol alto, são responsáveis pelos maiores índices de mortalidade e morbilidade do Brasil. A população reduziu o consumo de frutas e hortaliças e aumentou a de gordura saturada.
A saúde pública tem de forma decidida e como política de governo que enfrentar a obesidade, que limita a vida de milhares de brasileiros e causam avassalador impacto sócio-econômico para nossa política de saúde pública. Algumas alternativas são as clínicas dietéticas, medicamentos e cirurgia têm sido empregadas para tentarmos resolver a situação do obeso, melhorando drasticamente a sua qualidade de vida, evitando desastrosas consequências clínicas das comorbidades e, certamente melhorando a autoestima e a inclusão social destes paciente e toda sua complexidade.
A formatação de programas familiares entra em foco. A participação de todos pode aumentar a possibilidade de que o programa seja desenvolvido de forma persistente e saudável. Em jovens e crianças, o sedentarismo parece ser o maior motivo, aliado a um programa de alimentação incorreto. A adoção de um estilo de vida mais ativo, que permita uma movimentação constante e não agressiva, é a principal recomendação.
Desta forma, fica evidente, a necessidade de ação do Estado, seja à oferecer tratamento para indivíduos obesos, com implantação em postos de saúde de psicólogos, nutricionistas e professores de educação física de tratamento de atividades físicas, garantindo um fácil acesso de tratamento à população. Da própria sociedade, que deve desconstruir ideais de padrão de corpos, acabando com a discriminação. Da mídia, que deve representar tais indivíduos na indústria midiática. E, sobretudo, do próprio obeso que deve procurar tratamento a fim de alcançar uma alimentação equilibrada somada à prática de exercícios físicos, e, por fim, alcançar uma vida mais saudável.