Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 30/10/2017
A obesidade é o aumento excessivo no peso regular da pessoa, ou seja, é a condição em que essa passa a ter em decorrência do excesso de gordura no corpo. Dessa maneira, os obesos possuem uma maior probabilidade de desenvolver doenças devido ao peso extra. Com esse peso anormal, há um maior gasto público na saúde para o tratamento da obesidade e das doenças ocasionadas por essa.
A principal causa do aumento do número de obesos é a rápida expansão das indústrias alimentícias que comercializam produtos prontos e industrializados. Esses produtos vendidos por essas empresas têm um alto teor calórico, isto é, as mercadorias enquanto disponíveis nas prateleiras necessitam, além de modificadores de aroma artificiais e realçadores de sabores, de conservantes para manterem o gosto do alimento fresco e saboroso.
Entretanto, esses produtos oferecem uma praticidade e comodidade para quem os usa, que a utilização reiterada desses acaba virando um vício. Assim, a economia de tempo que essas refeições rápidas trazem aos seus utilizadores são inúmeras, que há uma preferência desses por alimentos processados e prontos do que a perda de tempo no preparo de uma alimentação mais saudável.
Ademais, o consumo médio diário de calorias de um adulto é de aproximadamente duas mil calorias. Em vista disso, os alimentos industrializados são considerados uma bomba calórica, somente o consumo de um produto desse tipo pode satisfazer as necessidades energéticas diárias no consumo de calorias por uma pessoa adulta.
Desse modo, a melhor forma de reduzir os gastos com a obesidade na saúde pública é a prevenção de novos obesos. O Legislativo deve criar uma lei, que obrigue as empresas alimentícias a estamparem em seus produtos processados, uma marca que os diferencie e os evidencie como um produto que deva ser evitado a fim de que o consumo desses alimentos diminua e com isso haja uma redução no número do quadro da obesidade.