Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 30/10/2017

Conforme o sociólogo positivista Auguste Comte, a sociedade se comporta como um organismo vivo, em que a burocracia estatal e os órgãos públicos são como sistemas de um corpo biológico. Sob essa ótica organicista, para manter a estrutura social coesa e saudável, é importante analisar que a obesidade cresce no Brasil e no mundo, devido ao mal hábito alimentar da sociedade globalizada que se nutri por meio dos alimentos industrializados e restaurantes “fast food”. Nesse contexto, analisa-se que a obesidade traz ruins efeitos para a saúde do brasileiro.

Em primeiro plano, é notório que a obesidade passou a ter cenário expressivo no Brasil a partir da década de 1950 com a entrada dos alimentos industrializados estadunidenses, devido à abertura econômica do governo do presidente Jucelino por meio das empresas multinacionais. Nesse viés, observa-se que esses alimentos mudaram o hábito alimentar caseiro do brasileiro pelo industrial, levando as pessoas possuírem problemas de saúde decorrente da obesidade como hipertensão arterial e diabetes. Assim, essas doenças evidenciam como é prejudicial para a saúde pública a população ter mais obesos.

Outrossim, a obesidade atrapalha a vida das pessoas e prejudica a qualidade de vida da sociedade, porque ela limita as atividades que o indivíduo exerce durante o dia como o fato de não conseguir sentar em qualquer assento. Nessa perspectiva, vale ressaltar que a velocidade do mundo globalizado interfere na qualidade nutricional da população, já que, na atualidade, os eventos acontecem com muita dinâmica e obriga as pessoas a comerem de forma mais rápida por meio dos “fast foods”. Dessa forma, evidencia-se a necessidade de combater a obesidade no país.

Para melhorar o organismo social, portanto, sob a perspectiva do mal hábito alimentar brasileiro, é necessário que o Ministério da Saúde crie uma campanha publicitária sobre os efeitos negativos na saúde que a obesidade traz para o corpo, por meio da TV, a fim de se diminuir o número de pessoas que comem de forma excessiva comida industrializada.