Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 01/11/2017
Cada vez mais, vemos publicidade sobre alimentação saudável nas redes sociais e televisão, entretanto, o alto custo e até mesmo a escassez desses alimentos acabam gerando desmotivação para se ter uma alimentação saudável. Ainda por cima, a falta de tempo para preparar uma refeição e a facilidade no acesso ás redes de fastfood acabam agravando no processo de obesidade.
Primordialmente, devemos observar o alto custo de uma vida saudável: atualmente, uma academia, nutricionista e endocrinologista não estão acessíveis a uma grande parcela da população. Para ratificar a ideia do alto custo da alimentação, um estudo realizado na USP por nutricionistas afirmou que: o preço gasto para se consumir mil calorias de alimentos saudáveis custa em media R$ 4,50, contudo, se essa mesma pessoa queira ingerir mil calorias de açúcar ira gastar R$ 0,30. Ou seja, o primeiro obstaculo a ser enfrentado pelo brasileiro nesta luta, é o bolso.
Além do mais, devemos levar em consideração a falta de tempo no trabalho, seja na hora do almoço ou na hora de ir para casa de um dia cansativo. Com isso, as redes de fastfood acabam ganhando mercado, pois, se instalam em pontos-chave para atrair uma clientela sedenta por alimentos feitos de forma rápida.
É necessária uma iniciativa governamental para a manutenção e aumento e aumenta da quantidade de equipamentos de exercícios físicos nas praças. Ademais, uma forte campanha publicitaria de iniciativa contra o sedentarismo e consumo de fastfood. As ONGs também podem ajudar nesse combate ao sedentarismo oferecendo maiores opções de esportes, para que a população escolha o que melhor lhe convém. Vale ressaltar que Ministério da Saúde pode usar um meio de comunicação eficaz para disseminação de tais informações citadas acima, por sua vez, é as redes sociais com seu baixo custo e abrangente alcance, uma vez que os próprios usuários podem ajudar na divulgação.