Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 03/11/2017

A obesidade tem sido pauta de discussões  a âmbito mundial, por se configurar um problema de saúde pública grave e  recorrente na maioria dos  países, principalmente, nos desenvolvidos e também nos que estão em processo de  desenvolvimento . Enquadrado nessa última categoria econômica, o Brasil segue nessa mesma tendência mundial, impulsionado pelos maus hábitos alimentares  e  atrelado ao sedentarismo de sua população, tem refletido em altos índices de pessoas obesas no país, gerando uma pressão por atendimentos, no já debilitado sistema de saúde pública, brasileiro.

Primeiramente, é importante abordar, que a obesidade atinge um em cada cinco brasileiros, segundo dados de uma pesquisa do Ministério da Saúde. Nessa perspectiva, é válido ressaltar que o modo de as pessoas se alimentarem, tem mudado ao longo do tempo, os indivíduos vivem na correria para desempenharem suas atividades diárias e induzidos pelas propagandas de grandes marcas de produtos alimentícios, que promete um alimento de rápido preparado e ao mesmo tempo saboroso, tem levado as pessoas a consumirem esses produtos.Geralmente, esses alimentos de preparo prático, tem alto teor de lipídios e baixo valor nutricional, que com a falta da prática de exercícios físicos periódicos, leva o ganho excessivo de peso, acarretando, em indivíduos  obesos e  suscetível as complicações que essa obesidade pode trazer.

Não obstante, a obesidade é um fator de risco, que pode desencadear o aparecimento de doenças , como: diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares. Essa predisposição que a obesidade tem no aparecimento dessas doenças, vai resultar na maior procura por essas pessoas que estão com peso excessivo, que já é uma parcela considerável da população do país, aos serviços público de saúde, do Brasil, que já se encontram supersaturados, agravando ainda mais situação desse setor.

Então, fica claro, que a obesidade é um desafio para ser combatido pelo o Brasil e o mundo, e reverte essa situação torna-se necessário. Portanto, o governo pode instalar nas praças aparelhos de ginástica, para que as pessoas façam exercícios físicos, bem como incentivar competições como corridas, com mesmo intuito. A mídia pode criar propagandas demonstrando hábitos alimentares saudáveis, a escola pode trabalhar a importância da boa alimentação aliada com a prática de exercícios, como melhoria da qualidade de vida. Assim corroborando com a frase do grande filósofo Platão, “o importante não é apenas viver, mas viver bem”.