Os efeitos da obesidade na saúde pública
Enviada em 03/11/2017
É indiscutível que a obesidade tem apresentado aumentos significativos nas últimas décadas, no Brasil. De acordo com o filósofo Jean Jacques Rousseau: o homem nasce bom, a sociedade que o corrompe, isso permite-nos refletir sobre os fatores que caminham paralelamente com esse distúrbio. Com isso, não cumpre mais constatar que ela simplesmente existe, mas sim procurar as causas principais desse problema.
Primeiramente, há o fato de que boa parte dos brasileiros deve assumir a culpa pelo o que está acontecendo, devido aos comportamentos alimentares e a falta de exercício físico. Há, além disso, a questão das propagandas que contribuem altamente para o consumo de alimentos ultraprocessados como biscoitos recheados, salgados, refrigerantes,chocolate, entre outros. Nesse mesmo sentido, o excesso de tempo diante da TV, além de representar uma grande exposição ao que é anunciado, também é um sinal claro de sedentarismo.
É necessário frisar que os maus hábitos da população na alimentação contribuem para impasses na saúde pública. Segundo a ONU, em 2016, 58% da população da América Latina está com sobrepeso e 23% está obesa. Logo, isso acarretará algumas consequências: hipertensão, diabetes, problemas cardíacos e problemas na vesícula biliar. Dessa forma, terá a depressão, o consumo de álcool e drogas, suícidio, autoestima baixa e isolamento como fatores decorrentes do padrão de beleza imposto pela mídia e preconceitos.
Portanto, é necessário que o MEC junto com a OMS, organize palestras com nutricionistas,professores de educação física e psicólogos em âmbitos escolares e de trabalho a fim de informá-las sobre o assunto e de incentivar uma boa alimentação. Além disso, cabe ao governo investir na criação de centros esportivos e com a mídia, divulgar campanhas, estimulando as pessoas a praticarem variados tipos de esporte, levando a informação a variados tipos de camadas sociais. Espera-se, com isso, reduzir drasticamente a taxa de obesidade e sobrepeso