Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 21/06/2018

No filme “O amor é cego” a protagonista sofre com os desafios diários da luta contra o sobrepeso, longe das telas essa realidade não se difere, visto que, segundo uma pesquisa efetuada pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia cerca de 48,5% da população do país apresenta índices de gordura corporal acima da média. Com isso, nota-se que alimentação irregular unida a falta de atividades físicas gera a obesidade, que afeta diretamente a população.

Em primeiro lugar, grande parte da sociedade vêm se alimentando de forma nada benéfica, através de alimentos industrializados, fáceis de se encontrar, porém pouco saudáveis e nada nutritivos. Além disso, de acordo com dados divulgados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada comprova que apenas um a cada cinco brasileiros pratica exercícios físicos e atividades como caminhadas gerando assim o sedentarismo em grande parte da população.

Logo, a obesidade, trás consigo muitos problemas, como de hipertensão e diabetes em crianças e adultos. Segundo a Organização Mundial de Saúde, a tamanha demanda de pacientes tem provocado a diminuição de equipamentos como medidores de pressão, devido ao uso constante. Ademais, os centros públicos encontram-se cada vez mais lotados, isso porque muitos indivíduos acabam adquirindo doenças psicológicas por estarem acima do peso e sofrerem preconceitos.

Verifica-se portanto que alimentação irregular e a obesidade são problemas que devem ser combatidos. É necessário que o Ministério da Educação junto a sociedade promovam palestras e campanhas educativas em diversos lugares,  com a presença de nutricionistas para tratarem sobre educação alimentar e os benefícios da prática de exercícios físicos. O Governo precisa investir em centros esportivos e junto a mídia, através de propagandas para a luta contra a obesidade, influenciando a população que sofre com esse impasse à buscar tais soluções.