Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 03/11/2017

No limiar do século XXI, o Brasil enfrenta o desafio de diminuir a obesidade no país. Segundo o Governo Federal, o número de obesos ultrapassa o de pessoas com fome. Nesse sentido, torna-se relevante compreender os fatores psicológicos que influenciam a obesidade e as doenças causadas pela mesma.

Historicamente, pode-se definir o início do aumento de peso dos brasileiros quando a indústria se tornou o setor mais importante da economia, em 1950. A maior participação da mulher no mercado, o  estresse causado pelo trabalho e pelo tempo gasto no trânsito e no deslocamento e problemas de vida social têm influenciado a ansiedade, depressão e a dificuldade e alimentações saudáveis. Soma-se a isso, o grande contingente de produtos industrializados de fácil acesso e o crescimento da oferta de “fast food” que, na maioria das vezes, leva  à obesidade dos cidadãos brasileiros.

Dessa forma, os problemas relacionados com o excesso de peso da população também fazem-se importantes. Diabetes, colesterol elevado, asma, úlceras, hipertensão arterial, todas essas doenças são causadas pela obesidade e se não tratadas podem levar à morte. Além disso, em muitos casos, os indivíduos que estão acima do peso se sentem fora dos padrões sociais e isso os leva à depressão e até a cometer suicídio. Sendo assim, medidas são necessárias para que a obesidade no pais diminua.

Diante dos argumentos supracitados, é necessário que o Ministério da Saúde em parcerias com escolas e ONG’s invista em campanhas de combate à obesidade. Para isso, palestras, ministradas por nutricionistas e psicólogos da área, realizadas em ambientes públicos, como praças e parques,  e que estimulem a realização de atividades físicas, por exemplo o futebol e o atletismo, e o habito de alimentação saudável tornam-se necessárias para criar, a longo prazo, indivíduos mais conscientes em relação as práticas benéficas para o corpo. Assim, o número de obesos poderá ficar abaixo do número de pessoas com fome.