Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 03/11/2017

O filme wall-e retrata uma visão futurista do ano de 2700, na qual a tecnologia e o sedentarismo são fatores primordiais para o surgimento da obesidade na população. Já fora das telas, esta cenário faz-se presente na sociedade brasileira. Desta forma, deve-se observar e minimizar os efeitos da obesidade na saúde pública.

Segundo o Ministério da saúde, a obesidade cresceu cerca de 60% nos últimos 10 anos. Diante disso, vale ressaltar que a obesidade torna-se responsável pela incidência de inúmeros problemas de saúde, como diabetes tipo 2, osteoartroses, hipertensão arterial, hernias, além do risco anestésico. Desta forma, deve-se dar maior enfase às consequências do alto índice da doença no país.

Outrossim, vale ressaltar que a obesidade também faz-se se responsável por um alto índice de mortes no Brasil. Fato este é evidenciado numa pesquisa divulgada pelo Datasus, na qual aponta um crescimento de 196% no números de óbitos dos quais tinham a obesidade como uma das causas. Dessa maneira, a questão do excesso de pes  tornou-se, nos últimos anos, um dos maiores problemas de saúde pública.

Torna-se imperativo, portanto, que o ministério da saúde crie programas que tenham como objetivo a prevenção e o tratamento da doença, com acompanhamento endocrinólogo e nutricional digno e de fácil acesso através do SUS. Cabe também ao ministério do esporte maior ênfase às atividades físicas nas escolas e nas comunidades, como principal forma de prevenção, afim de evitar futuras complicações decorrentes da obesidade. Desta forma, pode-se reduzir os níveis dos efeitos da obesidade na saúde pública.