Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 25/02/2018

Desde a Terceira Revolução Industrial, a indústria alimentícia vêm investindo no sistema de “fast food” para atrair as pessoas que não tem tempo de regularizar sua alimentação. No Brasil hodierno, nota-se que a falta de tempo na vida dos indivíduos coloca em segundo plano uma refeição saudável, podendo trazer sérios problemas à saúde.

Ao entrar para o mercado de trabalho, as pessoas passam a ter hábitos menos saudáveis. Com pouco tempo, as mesmas optam por refeições rápidas, consumindo alimentos industrializados e calóricos que aumentam significativamente a massa corporal e prejudicam seu bem-estar. Por isso que nos últimos 10 anos a obesidade aumentou 60% no país, segundo dados do Ministério da Saúde.

Além disso, a obesidade e a má alimentação podem acarretar problemas que afetam tanto a saúde física, quanto a saúde psicológica. Entre elas, doenças como a diabetes, a hipertensão e a depressão. Na série “My Mad Fat Diary”, por exemplo, retrata a história de uma adolescente de 16 anos que sofre de obesidade mórbida e depressão, na qual a personagem não seu aceita seu corpo e luta constantemente para aceitá-lo.

Portanto, torna-se necessária a criação de medidas para resolver o impasse. Desse modo, o Ministério da Saúde em parceria com o Ministério das Comunicações, deve criar campanhas midiáticas para promover a alimentação saudável e alertar sobre os riscos de uma refeição irregular, sensibilizando o público de forma que impacte a todos. Ademais, os professores de Educação Física - das escolas públicas e particulares - devem ministrar palestras interativas sobre o assunto com o objetivo de fazer com que crianças e jovens cresçam mais saudáveis e conscientes, livres de doenças.