Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 27/03/2018

Além da alimentação

No ramo científico, a obesidade é definida como o acúmulo de gordura ao redor dos órgãos internos. Esse quadro causa sérios problemas a saúde como a diabetes, doenças cardíacas, cânceres e podendo ate mesmo levar a morte.

No Brasil, o excesso de peso tem apresentado aumentos consideráveis nos últimos tempos, fato que tem deixado  a saúde pública em alerta. A taxa de obesidade já ultrapassa os 40% entre o público adulto e atinge ao todo 10% de toda a população, gerando assim altos gastos ao SUS (Sistema Único de Saúde).

Outrossim, em meio social, a obesidade é automaticamente ligada a má alimentação. Entretanto, vale ressaltar que são diversos os fatores que levam uma pessoa a se tornar obesa. Esses fatores podem ir desde distúrbios alimentares como a compulsão por comida, até problemas psicológicos como a depressão, ansiedade e estresse gerados pela correria do dia a dia.

Isso, consoante ao pensamento de Bauman acerca da sociedade líquida, mostra uma sociedade que não pensa a longo prazo. Ademais, a modernização acrescentou aos hábitos alimentares cotidianos, alimentos processados como os refrigerantes, que possuem um baixo valor nutricional, que se consumidos periodicamente e por um longo período de tempo aumentam as chances de se desenvolver a obesidade e todas as doenças a ela atribuídas.

Diante dos fatos supracitados, é dever do Estado intervir na problemática, criando campanhas de conscientização em escolas e hospitais, juntamente do MEC e de médicos capacitados. Soma-se a isso, investimentos na área da saúde, contratando nutricionistas para que possam atender principalmente a população carente, no intuito de ensinar a população sobre a importância dos bons hábitos em geral tanto para a saúde física e quanto para a mental.