Os efeitos da obesidade na saúde pública

Enviada em 15/04/2018

Há pouco tempo, o Brasil vivia em tempos de combate contra a fome e a desnutrição, entretanto, nos dias atuais, a balança virou e a realidade agora é outra fora de forma: a obesidade. Visto como um dos estopins para diversas doenças, a má alimentação e o excesso de peso se tornou um grande mal da sociedade acelerada e sintética.

De acordo com o sociólogo Zygmunt Bauman, “vivemos em tempos líquidos. Nada foi feito para durar”. Diante desse cenário na qual a sociedade moderna torna-se cada vez mais acelerada, percebe-se que o prazer imediato sobressai sobre o futuro, dando assim espaço para uma alimentação irregular baseada em produtos industrializados, gordurosos, calóricos, nada nutritivos. Não o bastante, atividades físicas tendem a cada vez mais ficarem de lado, tornando as pessoas sedentárias. Com isso, surgem inúmeros efeitos que podem agravar ainda mais a saúde do indivíduo.

Segundos dados do ministério da saúde, mais da metade da população está se tornando obesa. Esses números são preocupantes, uma vez que o excesso de peso pode acarretar diversas doenças, entre elas a hipertensão, diabetes, etc. Não somente isso, a vida social do indivíduo obeso, torna-se motivo de bullying, tornando como consequências problemas psicológico como a bulimia e a exclusão social. Tendo em vista várias consequências para a saúde e bem estar da população, torna-se evidente a tomada de medidas voltadas para o assunto em questão.

Nota-se, portanto, que as grandes causas da obesidade no país estão relacionadas a uma sociedade com má alimentação e sedentária. Por isso, para tratar as causas e amenizar os feitos, surge à necessidade da escola em parceria com o ministério da saúde administrar palestras de reeducação alimentar, como também aulas de gastronomia e incentivo a atividades físicas para a conscientização de uma vida benéfica. A mídia e família também podem contribuir através de campanhas e diálogo visando uma alimentação balanceada e um corpo saudável.