Os efeitos da quarentena e da pandemia do novo coronavírus nas crianças

Enviada em 22/04/2021

Portanto, indubitavelmente, medidas são necessárias para resolver esse problema. Então, é preciso que o Ministério da Educação, em parceria com o Conselho Federal de Psicologia do Brasil, desenvolvam “workshops”, em aulas EAD, redes sociais em forma de “live”, sobre a importância da empatia para o enfretamento de problemas sociais e para o equilíbrio da sociedade. Tais atividades devem ser direcionadas aos alunos do Ensino Médio, porém, o evento pode ser aberto à comunidade. Além disso, podem ser ofertadas atividade práticas, como dinâmicas e dramatizações, a fim de tratar o tema de forma lúdica, para que a empatia seja uma prática presente em situações dos efeitos da quarentena e da pandemia do novo coronavírus nas crianças. Assim, o imediatismo pregado por Bauman deixará de compor a realidade brasileira.

A princípio, a falta de empatia caracteriza-se como um complexo dificultador. Na obra “Modernidade Líquida”, Zygmunt Bauman defende que a sociedade atual é fortemente influenciada pelo individualismo. A tese do sociólogo pode ser observada de maneira específica na realidade brasileira, no que tange aos efeitos da pandemia do coronavírus nas crianças. Essa liquidez que influi sobre a questão dos efeitos da quarentena nas crianças funciona como um forte empecilho para sua resolução.

Outrossim, a falta de infraestrutura ainda é um grande impasse para a resolução da problemática. A filósofa alemã Hannah Arendt defende que o espaço público seja preservado para que se assegurem as condições da prática da liberdade e da manutenção da cidadania. Ou seja, sem uma infraestrutura pública, o cidadão é prejudicado. Esse aspecto está presente de maneira decisiva no que tange aos efeitos da pandemia nas crianças, uma vez que há falta investimento governamental em sua infraestrutura, para que consigam ficar em casa e não afetar tanto a saúde mental, o que acaba por dificultar sua resolução.

Portanto, indubitavelmente, medidas são necessárias para resolver esse problema. Então, é preciso que o Ministério da Educação, em parceria com o Conselho Federal de Psicologia do Brasil, desenvolvam “workshops”, em aulas EAD, redes sociais em forma de “live”, sobre a importância da empatia para o enfretamento de problemas sociais e para o equilíbrio da sociedade. Tais atividades devem ser direcionadas aos alunos do Ensino Médio, porém, o evento pode ser aberto à comunidade. Além disso, podem ser ofertadas atividade práticas, como dinâmicas e dramatizações, a fim de tratar o tema de forma lúdica, para que a empatia seja uma prática presente em situações dos efeitos da quarentena e da pandemia do novo coronavírus nas crianças. Assim, o imediatismo pregado por Bauman deixará de compor a realidade brasileira.