Os efeitos da quarentena e da pandemia do novo coronavírus nas crianças

Enviada em 03/05/2021

A Academia Americana de Pediatria “APC” lançou uma campanha de concientização para destacar a crescente crise de saúde mental que vem afetando as crianças durante a pandemia do coronavírus. Essa, não somente uma realidade americana, mas também brasileira, deve ser aplamente discutida pois os efeitos da quarentena e da pandemia nas crianças serão os novos desafios da saúde no Brasil. Para isso, é urgente avaliar quais os impáctos psicológicos e o papel do Estado para minimizar esse preocupante quadro.

Em primeira análise, tem-se que as doenças mentasi são um empecilho ao desenvolvimento infantil. Nesse sentido, visto que para as crianças a pandemia é uma ameaça com noticiários constantes sobre mortes em grande escada, vírus “invisível”, mutações, etc, configura-se uma realidade observada por Mahatma Gandh na qual as doenças, muitas delas, não são causadas pelos nossos atos, mas sim pelos nossos pensamentos. Constata-se então, que, mesmo em quarentena, os pequenos não estão totalmente protegidos; a ansiedade, a falta de atenção, o medo e outros distúrbios psíquicos podem se agravar. Consoante a isso, é evidente a necessidade de que medidas públicas sejam tomadas.

Ademais, o afastamento das crianças da escola, ambiente esse de grande influência no desenvolvimento social e educacional, é de grande prejuizo ao futuro não só deles, mas do país também. Assim, conforme Thomas Hobles, pensador, o Estado é responsável por garantir o bem estar da população. Nesse contexto, o governo federal é negligente quando não mune os estados e municípios com recursos suficientes para manter minimamente, quer que seja em sistema de revesamento, as crianças na escola de maneira segura. Com efeito, sem uma ação imediata do governo e da saúde as crianças não terão seus direitos garantidos.

Portanto, medidas são necessáias para minimizar esse problema. Para tal, é necessário que o Ministério da Sáude e da Educação criem um programa nacional de combate às doenças psíquicas, oriundas da pandemia, nas crianças, para ser aplicado tanto no ambiente familiar como nas escolas, por meio de programas interativos, filmes, livros; tilizando a Tv, o rádio e aplicativos de celular, com o apoio de psicólogos e psicopedagogos nas escolas e à domicílio. Isso, com a finalidade de combater a crescente crise de saúde mental que está sendo gerada pela pandemia conforme demosntra a campanha da “APC”.