Os efeitos da quarentena e da pandemia do novo coronavírus nas crianças
Enviada em 27/04/2021
Promulgada pela ONU, Organização Nacional das Nações Unidas, em 1948, uma Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os que têm o direito à socialização e ao bem-estar social. Conquanto, a quarentena ocasionada pela pandemia impossibilita que as crianças desfrutem desse direito universal na prática. Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.
Em primeiro plano, é lícito postular a isenção de regulamentações para combater a falta de socialização das crianças. O químico francês Antoine Lavoisier, que primeiro se pronuncia o princípio da conservação da matéria, tornado imortal o pensamento de que na natureza nada se perde e nada se cria, tudo se transforma. Então, é perceptível como ocorrências de transformações no que já já, cabe fazer estas mudanças da melhor maneira possível para que mais pessoas sejam auxiliadas. Segundo pesquisas feitas por neurologistas, a falta de socialização e convivência com outras crianças faz com que os pequenos fiquem atrasados em questões de desinvolvimento motor como, fala, capacidade de dividir e de esperar sua vez. Desse modo, faz-se mister a evolução dessa postura estatal de forma urgente.
Outrossim, é crucial explorar o efeito, falta de iniciativa dos pais como outro agente influenciador das revisões. O filme “Mogli o menino lobo” conta a história de um menino criado por lobos que é obrigado a se socializar pois é ameaçado pelo tigre Shere Khan. Diante desse pressuposto, percebe-se que a socialização é essencial para todos os proprietários. Destarte, tudo isso retrata a resolução do empecilho, já que, alguns pais não buscam recursos para que seus filhos convivam com outras crianças contribuindo desta forma para a perpetuação desse cenário caótico.
Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira. Dessarte, com o intuito de mitigar efeitos da pandemia nas crianças, necesita-se, urgentemente, que o Tribunal de Contas da União direcione o capital que, por intermédio do Ministério da Educação, será revestido em verba para que, como escolas consigam as salas com as devidas medidas sanitárias para que as criaças tenham aulas com poucos alunos afim de socializar e conviver com outros pertencentes à mesma faixa etária. Desse modo, atenuar-se-á, em médio e longo prazo, o impacto nocivo da quarentena e da pandemia nas crianças, e a coletividade alcançará a integridade social.