Os efeitos da quarentena e da pandemia do novo coronavírus nas crianças
Enviada em 28/04/2021
Com a chegada da Globalização, no fim do século XX, a aproximação das crianças com o socioespacial se ampliou, e com o avanço tecnológico trouxe suas consequências, como a falta de interação com os pequenos de sua idade. Paralelamente, é visível que, a nova geração não tenha passado por nenhum efeito de quarentena ou pandemia desde então, assim, com o novo coronavírus a relutância do presente é alarmante. Diante dessa perspectiva, depreende-se que fatores, como transtornos psicológicos e vulnerabilidade social contribuem para o agravamento da situação.
A princípio, nota-se que, a verdadeira mudança do atual cenário brasileiro é prejudicial ao psicológico das crianças. Desse modo, no filme, “Divertida Mente”, narra a história de uma garotinha que se muda para outra cidade e com isso desenvolve algumas emoções descontroladas. Embora seja uma ficção, uma película assemelhasse ao cotidiano do mundo, com o novo vírus solto, a infância de muitos meninos e meninas estão se resumindo a comportamento e tratamentos psicológicos devido ao isolamento social, sem interação física livre. Por conseguinte, os pais ou responsáveis devem procurar ajuda de profissionais de saúde no âmbito psicológico para saber lidar com alguns abalos sentimentais.
Ademais, é valido ressaltar que a vulnerabilidade socialdo indivíduo, no Brasil, identifica-se como outro agente marcante da problemática. Em relação a isso, no episódio do podcast Mamilos do B9, debatem sobre crianças em tempos de quarentema e sobre o acesso a suas diversas áreas que um ser humano precisa em sua infância e aos demais serviços essenciais. Dessa forma, observa-se que a realidade no país em questão ao acesso à educação, saúde e bem estar é negligenciado a comunidades carentes, principalmente em tempos de pandemia, logo crianças e adolescentes tornam a interação com outras e até podem ser violentas. Consequentemente, é necessário que o governo obtenha uma solução para auxiliar os pequenos jovens na crise que estão desprotegidos.
Portanto, com intuito de amenizar tal problemática, as medidas devem ser tratadas. Nesse sentido, um fim de atenuar os entraves do isolamento em crianças do novo coronavírus, cabe ao Estatuto da Criança e do Adolescente efetuar campanhas on-line, avisos na tv com a temática de prevenção ao contágio do vírus e números de telefone para casos de denúncias, visto que essas práticas são necessárias. Essa ação pode ser feita por meio de verbas do governo e teatro urbano em áreas de vulnerabilidade. Também é dever do Estado, realizar campanhas para vacinação em todos. Com tais medidas será possível uma melhora no psicológico de crianças sem visibilidade.