Os efeitos da quarentena e da pandemia do novo coronavírus nas crianças

Enviada em 10/05/2021

Criançada ligada no 220                                                         Nossas bases são fundamentadas na nossa infância. Experiências, amizades, boas maneiras, brincadeiras e risadas gostosas com a boca suja de sorvete. São momentos inesquecíveis que vão fazer parte da nossa história… Porém muitas crianças estão formando memórias opostas de um início de  uma vida que deveria ser boa.

Um confinamento forçado aflora um esgotamento mental e físico, bem como comportamentos que não eram costumeiros na rotina deles. Podemos fazer a seguinte analogia: Passarinhos livres que foram aprisionados em uma gaiola, depois de um longo tempo foram soltos, mas não sobreviveram pelo fato de estarem acomodados com a alimentação e moradia.

Portanto a escola era um meio das crianças depositarem sua energia com  os colegas, além de possuírem total atenção de seus orientadores no momento de aprendizado. Contudo, nessa situação, tem se uma certa dificuldade de prenderem a atenção na telinha, por isso,  muitos pais exigiram que seus filhos repetissem para reforçar o conteúdo. Ademais, os pequeninos ficam “ligados no 220”, com a energia acumulada as 3:00 da manha, pulando e tirando  sono da vizinhança.

Como também muitos pais trabalhadores, tem encontrado certos obstáculos de conciliar o trabalho na criação de seus filhos, ao mesmo tempo precisam  focar na reunião  e na criança chorando que não obteve total entendimento na lição de matemática.  Além disso, a escola era considerada como refúgio por muitos que sofriam de abuso por aqueles que deveriam cuidar e amar…

Deste modo, devemos compreender que mesmo com corpos tão pequenos, eles sofrem da mesma maneira. Diante disso, devemos adaptar uma rotina em que eles aprendam, mas também se divirtam em segurança, formando memórias que serão eternas…