Os efeitos da quarentena e da pandemia do novo coronavírus nas crianças
Enviada em 22/05/2021
Em meados do século XIV, uma nova doença assolava a Eurafrásia. Na cidade de Veneza, adotou-se o conceito de quarentena, herdado do Antigo Testamento como tempo de isolamento para surtos de hanseníase na antiguidade. Hodiernamente, o mundo enfrenta a pandemia do Covid-19, onde, para evitar sua propagação, a maior indicação é o isolamento social. Em meio a isso, vários são os problemas psicológicos sofridos, em especial, entre as crianças, pois, devido a tal isolamento, há uma maior tendência ao comportamento antissocial e a depressão infantil.
Inesperadamente, todas as crianças foram retiradas de suas rotinas por conta de um inimigo por elas inimaginável. Com isso, o isolamento social, principalmente na fase inicial da escola, onde deveria haver o maior convívio e interação possível. As crianças passaram então a permanecer apenas em suas casas, mantendo contato apenas com suas famílias, o que fez com que houvesse o desenvolvimento de um comportamento antissocial, que, os prejudicaria a vida toda.
Destarte, devido ao isolamento, perda de familiares e amigos, dentre vários outros problemas enfrentados pelas crianças, fizeram aumentar significativamente os índices de depressão infantil, o que gerará no futuro, uma maior demanda por atendimento psicológico, além de diversos obstáculos na vida destes.
Portanto, cabe ao Ministério da Educação, um maior incentivo à seus profissionais, para que estes promovam durante suas aulas online uma maior interação entre seus alunos, no caso, as crianças. Exemplificando, o desenvolvimento de atividadese horários de lazer que propiciem e estimulem o contato direto e a fala entre as crianças. Além disso, faz-se necessário um maior aclhimento por parte da família, a fim de sanar as necessidades fraternas das crianças, para assim, diminuir os efeitos do isolamento nestes.